quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Aquele Momento

Esse Momento...
São lagrimas de uma dor,
uma dor que cessa, mas insiste.
A dor de uma batalha, contra mim mesmo.
Com atitudes grosseiras,
Movimentos intensos...

Nesse momento...
era amor, alisava aquela superfície como se fosse você...
era raiva, esmurrava o objeto morto...
era fraqueza, meu corpo deslizava sobre a superfície ate o chão
era tristeza, sentava no chão com a mão e corpo trêmulo...
era medo, um frio que atravessava a espinha, proporcionava calafrios...
era vício, ali mesmo eu acendia um cigarro...
era amargo, como as lágrimas que escorriam pelo meu rosto...
era alivio, um grito que expulsava uma dúvida de anos...

Neste momento...
Pude ver que não da pra voltar atrás...
Uma batalha que abandonei, tentei esquecer...
tudo que eu tinha eu deixei, ficara no passado...
Uma batalha que mais uma vez eu perdi...
Mais uma vez, não houve vencedor... Somente a dor...
Uma batalha que... “Perdi, mais lutei”...

1 comentários:

Nayara Borato disse...

Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Nayara e cheguei até vc através do Blog Alma de poesia. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir um blog do meu amigo Fabrício, que eu acho super interessante, a Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. A Narroterapia está se aprimorando, e com os comentários sinceros podemos nos nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs





Narroterapia:

Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.



Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.

http://narroterapia.blogspot.com/